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O magnetismo de Rose.

Sentado na beirada da cama, sem saber direito o que fazer, um misto de paz com um slow motion silencioso, ela aparece e me dá um beijo na boca que se perde no tempo. Quando conclui ela diz ‘esse beijo você nunca vai esquecer’. Terminei de me vestir e parti; o beijo foi a coroação de uma noite iluminada e feliz.

Dias depois ela também partiria para uma viagem longa percorrendo vários países nos quatro continentes. Sem falhar de três em três dias me mandava uma foto agradável do local visitado, foi assim por um tempão. Rose me puxava, me atraia, me magnetizava de tal forma que era difícil esquece-la.

Um dia as fotos e pequenos diálogos foram parando, se dissipando e em dado momento sumiram, desapareceram. Eu, por meu lado levava minha vida e não conseguia entender o que mais me fazia falta se as fotos marcando o espaço ou o sumiço de Rose.

Passados alguns meses me dei conta que não a encontrava em mais nenhum lugar (nem virtual, nem celular e nem nada). Caiu no esquecimento, mas o beijo ficara como uma lembrança distante afável. Depois de um ano e meio soube que Rose tinha voltado, pressenti que ela estava por perto, pois como um imã eu era puxado para não sei onde.

Da mesma maneira que evaporou, ela foi aparecendo devagarzinho. Tinha atravessado maus momentos familiares e não conseguia se desenredar. Finalmente um desfecho com seus parentes e ela reaparece de forma fulminante no meu universo.

Os beijos inesquecíveis após nossos encontros continuam e a renovação se dá naturalmente, cada vez mais a magnética Rose brilha na minha vida.

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