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Cinema.

Aqui no blog, nunca me atrevi a escrever sobre cinema, não era muito a pauta dos assuntos, mas depois da mudança de nome e estratégia fiquei mais livre para escrever qualquer tema. O Urbanas Contemporâneas me abriu um tremendo leque e apesar de eu não estar escrevendo muito, tenho ido bastante ao cinema; cinema mesmo, de tela grande, na rua, de comprar ingressos, de cheiro de pipoca vindo da calçada, cinema alternativo, filmes de todas nacionalidades, cinemão, blockbusters e até cinema ao ar livre.

No ano passado fiz uma crônica chamada ‘Cine Vitoria’, mas essa discorria mais sobre minha infância, adolescência, um passado permeado pelo cinema.

Quando a internet veio pra valer a discussão era se os jornais, rádios, TVs e cinemas iriam acabar e fechar. Todos erraram feio e estes meios de comunicação se reinventaram e absorveram a tecnologia e internet a seu favor.

No caso do cinema, sem querer iniciar polêmica com os puristas, apareceu o Dolby que era uma marca inteiramente voltada para o som. E apareceu mais recentemente a Barco, que apesar se ser uma empresa quase centenária também se reinventou fazendo projetores, telas de led e muitas outras coisas, hoje o que você vê nas telas, são arquivos recebidos e projetados, o acetato e as latas são cada vez menos utilizados.

Dizem que a frequência nos cinemas tem diminuído, mas paralelo a isso só se fala de quebra de recorde de publico em cima de quebra de publico, gerando muita contradição.

Fora isso hoje temos o serviço de ‘streaming’ que dá incremento a toda área de cinema no mundo todo. Novos atores aparecem e atores um pouco esquecidos reaparecem em seriados hiper bem feitos. Netflix, Amazon e HBO entre outros dominam o mercado com um serviço bem acessível e preços possíveis. Aqui no caso forma e conteúdo se ajudam um ao outro e os dois sobem vertiginosamente.

Para um bom cinéfilo, a sala de cinema é um templo sagrado, onde algumas normas tem que ser respeitadas quando a luz se apaga. Casais namorando, solitários, famílias, crianças todos fazem parte deste universo de sonho durante um par de horas e quando a luz se acende você volta a realidade, mas se o filme é bom o filme fica na sua cabeça por alguns dias ou até a vida inteira.

Inúmeras coisas fazemos diariamente como esportes, comer, beber e amar e na minha acrescento o cinema que felizmente me acompanha desde os primeiros passos.

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